BOLETIM ELETRÔNICO NEPAE-NESEN
 

BOLETIM ELETRÔNICO NEP@E-NESEN 

ISSN 1676-4893

v. 7, n. 74, 04/03/2005

 
O Boletim Eletrônico NEPAE – NESEN (BNN) é uma publicação informativa do  Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre as Atividades de Enfermagem (NEPAE) e do Núcleo de Estudos sobre Saúde e Etnia Negra (NESEN), da Universidade Federal Fluminense (UFF). 
O BNN tem como missão ampliar a rede de contatos entre os estudantes e profissionais de enfermagem.
SUMÁRIO
1. Editorial
2.Informes
3. Eventos
4.Sites interessantes
5. Publicações
6. PopSaúde
7. Expediente
8. Boletins anteriores
EDITORIAL
Boletim Eletrônico NEPAE-NESEN faz um upgrade e vira PopSaúde, seu programa de bem-estar & saúde na televisão – Isabel Cruz

Sete volumes, sete anos de BNN. Sete é um número cabalístico mesmo. Durante este período, o BNN atingiu a marca de quase 3.000 leitores e disseminou informações sobre saúde & bem-estar, movimento negro & feminista e enfermagem no Brasil e demais países da América Latina. De 1999 até hoje recebemos muitas colaborações na forma de editais, informes, divulgação de eventos, sites de interesse e publicações. Recebemos muitos elogios e, não temos registro de críticas negativas. A experiência conquistada com o BNN nos permite agora buscar novos horizontes na área de comunicação e educação em saúde. A próxima fronteira é a televisão. Assim, hoje o BNN se despede dos seus leitores e os convida para serem telespectadores do PopSaúde. 
O PopSaúde é um programa sobre saúde com orientações profissionais para uma melhor qualidade de vida, apresentando também experiências comunitárias bem sucedidas sobre saúde e bem-estar. PopSaúde é um programa de serviços e informação na promoção dos direitos humanos em saúde e, por meio de reportagens, entrevistas e clipes musicais, pretende discute aspectos relevantes de saúde, bem-estar, cultura e qualidade de vida.
O PopSaúde visa utilizar a televisão como ferramenta de educação em saúde, transmitindo conhecimentos científicos sobre saúde, bem-estar e qualidade de vida de forma simples e agradável. Espera-se com a realização do programa contribuir na formação da cidadania e no fortalecimento do Sistema Único de Saúde à medida em que capacita as pessoas tanto para o autocuidado quanto para o exercício do controle social da políticas públicas em saúde.

O PoPSaúde pretende ainda: -reduzir o analfabetismo em saúde, divulgando informações sobre saúde e qualidade de vida baseadas em conhecimento científico; contribuir na promoção da saúde integral da população, partindo da concepção da pessoa como ser social, cultural, político, sexual e ambiental, favorecendo a sua ação coletiva para eliminar os fatores de risco e realizar o desenvolvimento sustentável; e divulgar as realizações na área da saúde e do bem-estar conduzidas pela Universidade Federal Fluminense, entre outras Instituições de Ensino Superior.

Para a realização de tal projeto, o NEPAE-NESEN espera contar mais uma vez com os leitores e colaboradores do BNN conquistados ao longo deste anos. 
Neste último edital do BNN, agradecemos aquele que é o responsável pela comunicação (e também pela entropia!). Laroiê!

INFORMES

8 de março – Dia Internacional da Mulher
A Ancestralidade que herdamos, a história que construímos

A nossa ancestralidade é tão imemorial quanto Odudua, primeira mãe ancestral, de suas mãos pretas surge o princípio feminino da vida: a terra.Do útero profundo e umedecido da África, surge das mãos pretas de nossa ya mi, o universo.De lá pra cá, nossa história não tem sido outra, senão a da construção e trabalho. No dia-a-dia das mãos pretas de nossas mães pretas, o mundo vê ressurgir a vida através do trabalho, do suor e da labuta de mulheres que mesmo na adversidade conseguiram, a exemplo de suas imemoriais ancestrais, construir para além do caos.
Dandara, Lélia Gonzales, Chica da Silva, Chicas sem sobrenome e estória, Marias anônimas, cheias de estórias, aves cheia de graça, rogai por nós…
Rogai às nossas mães ancestrais, que nunca nos deixe faltar a garra e a força, que fizeram transcender além dos muros da intolerância e da incompreensão. Que as tornaram para o sempre em nossas mães ancestrais.
Mulheres com garras, com malícias, segredos e feitiços…
Mulheres mães, amantes, guerreiras, inúmeras aves cheia de graça.
Rogai por nós mulheres negras na atualidade.
Da atualidade que não mudou….

Célia Gonçalves Souza, empreendedora social
Publicado em Destaque SEPPIR, n. 26, 25/02 a 04/03/2005. Boletim informativo semanal da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

2005 – Ano Nacional da Promoção da Igualdade Racial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que tem como principal objetivo despertar a sociedade brasileira para a importância do tema e discutir os diversos meandros envolvidos no avanço da democracia no país.  

“Negros em Foco”, é o primeiro programa da TV no Brasil que discute especificamente assuntos ligados à comunidade negra no país. Com transmissão todos os domingos, às 21h, pela na RBI – Rede Brasileira de Integração, canal 14 em UHF, veiculado para São Paulo e Brasília, é produzido pela ONG Afrobras – Sociedade Afro Brasileira de Desenvolvimento Sócio Cultural, entidade que trata de temas relacionados à cidadania, inclusão e valorização do negro brasileiro, cuja bandeira maior é a Educação. Informações: Telma Regina Alves, (11) 3326-6084 / 3313-2790, telma@afrobras.org.br ou telmareginat@aol.com

EVENTOS
Acre realiza Fórum Internacional em Saúde: Doenças e Agravos Não Transmissíveis na Amazônia Ocidental. 
O Núcleo de Estudos, Eventos e Pesquisas em Saúde
, do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Acre, cadastrado no Diretório de Pesquisadores do CNPq, sob a liderança do Prof. Dr. Creso Machado Lopes, estará promovendo o Fórum Internacional em Saúde: Doenças e Agravos Não Transmissíveis na Amazônia Ocidental, a ser realizado no período de 7 a 10 de junho de 2005. Este Fórum está sendo desenvolvido em parceria com os Estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, além dos países vizinhos convidados como é o caso do Peru, Equador e Bolívia, pela proximidade geográfica e programas de integração regional na área da saúde, entre outros. Este evento objetiva: – Discorrer sobre a política de atenção e de cooperação frente as doenças e agravos não transmissíveis em nível internacional e nacional; – Aprofundar conhecimentos sobre a temática envolvendo os aspectos: epidemiológico, clínico, complicações, laboratorial, diagnóstico, tratamento, psicológico, nutricional, reabilitação, práticas alternativas, medidas preventivas e perspectivas terapêuticas; – Apresentar relatos de experiências sobre esta problemática na forma de poster; e – Contribuir com os programas locais e regionais na solução dos problemas. Para sua realização, espera-se reunir aproximadamente 400 participantes, entre Médicos, Enfermeiros, Nutricionistas, Psicólogos, Assistentes Sociais, Alunos de Enfermagem, de Medicina, de Biologia, de Educação Física, Organizações Governamentais, Não-Governamentais, Técnicos e comunidade em geral envolvidos com esta temática, onde conta-se com apoio da OPAS/OMS, Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia da Amazônia Ocidental, CAPES, FUNASA, INCA, INPA, Secretaria Estadual de Saúde do Acre, Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco, UNIMED-AC, SEBRAE, Ministério da Saúde, Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica, Sociedade Brasileira de Hipertensão, Associação Brasileira de Osteoporose, Associação Brasileira de Alzheimer, ONG’S locais e de outros Estados e Países além de Associações Profissionais e Iniciativa Privada. Este evento, será realizado com apresentação de conferências, onde destaca-se: A Política de Cooperação Internacional e Nacional nas Doenças e Agravos não Transmissíveis, envolvendo as doenças hipertensão arterial, diabetes mellitus, osteoporose, neopasias, alzheimer, nutrição, aspectos psicológicos e práticas alternativas em saúde, tais como: Reiki, Reflexologia, Acupuntura e Fitoterapia, como também será aberto espaço para apresentação de experiências regionais e locais, divulgação de Trabalhos Científicos na forma de Poster, Experiências, Fotografias, Montagem de Stand’s de Patrocinadores, ONG’s, Organizações Governamentais, ampliando assim os conhecimentos e a programação. Assim, para o momento está-se divulgando a sua realização, onde a Comunidade da Amazônia Acreana as/os esperam para o compartilhar as idéias, experiências e principalmente no aprofundamento da temática da mais alta relevância em questão.
Para maiores esclarecimentos visite nosso Site: www.ufac.br e click no Fórum Internacional, além de poder também obter informações pelo telefone: (0xx68) 212-3585 (DCS), ou pelo E-mail: creso@ufac

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1ª Conferência Nacional de  Promoção da Igualdade Racial. Central de Informações e Apoio à 1ª Conferência Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial telefone: 0800 642 15 25  e-mail: conferencia@fubra.unb.br

13o.Seminário Nacional de Pesquisa em Enfermagem – SENPE , São Luiz, Maranhão, no período de 14 a 17 de junho. Inscrições para trabalhos até 21 de março. As informações sobre o evento, podem ser obtidas no site da empresa organizadora do evento ( www.visaoperfileventos.com.br )ou no site da ABEn Nacional – ( www.abennacional.org.br ). 
Dica de Florence/UNIRIO: vacine-se contra a febre amarela. Isto não é enfermagem, isto é saúdagem!

PEOPLE´S HEALTH ASSEMBLY 2, July 18-23, 2005  Cuenca-Ecuador, The International People’s Health Council Website: http://www.iphcglobal.org/pha2.htm

“VII SEMINÁRIO DO PARTO: CONTRIBUIÇÕES DA ENFERMAGEM” – 08 a 10 de julho de 2004, Curitiba – Paraná.  Informações: Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn- Seção Paraná, Rua Dr. Faivre, 1.023 – salas 401 e 402 – CEP- 80.060-140 – Curitiba – PR, Telefax: (41) 363-6242 – abenpr@terra.com.br

9º Congresso Mundial de Informação em Saúde e Bibliotecas, a realizar-se em setembro de 2005 em Salvador, Bahia, Brasil. Informações: Tel.: (55 71) 2104-3477 – Fax: (55 71) 334-6165 Site: http://www.icml9.org/?lang=pt 

II  Seminário Afro Social Baixada Consciente, no Município de Queimados – RJ dias 18 e 19 de Março de 2005. Informações: daysept2004@yahoo.com.br 

OFICINAS REGIONAIS SOBRE ATENÇÃO EM GENÉTICA CLÍNICA NO SUS. Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, Salvador-, 21 e 22 de março de 2005. Informações complementares e inscrições: Ministério da Saúde/DECIT/ Coordenação de Biotecnologia  -Tel.:  (61) 315.3465 / 315.3463 E-mail: cbiotec@saude.gov.br Local: APAE- Salvador – Rua Rio Grande do Sul nº 545 – Itaigara – Salvador – Ba. Tel:  (71) 270.8307

10º. Encontro Internacional Mulher e Saúde – EIMS – Nova Delhi, Índia, de 21 a 25 de setembro de 2005. Maiores informações www.10iwhmindia.org/default.htm

XXXVII Encontro de Entidades Negras do Interior do Estado do Rio de Janeiro, 12/03, Informações: CENTRO CULTURAL AFRO BRASILEIRO YSUN OKE, e-mail ysun-oke@bol.com.br

SITES INTERESSANTES
Tobaco Free Nurses: http://www.tobaccofreenurses.org/  Eu quero que esta moda pegue no Brasil. Imperdível! Um site que ajuda as enfermeiras a parar de fumar.
Weight-control Information Network (WIN): http://win.niddk.nih.gov/index.htm  Rede de Informação sobre controle do peso corporal. Tem um site dedicado à prevenção da obesidade em mulheres negras. A regrinha é simples: Movimente-se mais. Coma com qualidade!
Dia Mundia da Saúde 2005:
http://www.who.int/world-health-day/2005/en/ 
Mãe e filho importam! Pela maior atenção à saúde perinatal.
Medline Plus:
http://medlineplus.gov/
Tudo de bom em termos de informação sobre saúde/doença para a população em geral e também para profissionais!
Black Women´s  Health Imperative:
http://www.blackwomenshealth.org/site/PageServer
It is a leading African American health education, research, advocacy and leadership development institution
  Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal:
http://www.sbtn.org.br/index/index.cfm
Todos os testes, inclusive o de anemia falciforme.
  Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde 
http://www.redereligioesafrosaude.org/
A Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde tem como objetivo promover a saúde do povo de santo e valorizar o conhecimento das práticas terapêuticas dos terreiros.
PUBLICAÇÕES
 

Síntese de Indicadores Sociais 2004

www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/condicaodevida/indicadoresminimos/sinteseindicsociais2004/indic_sociais2004.pdf  


CRUZ, Isabel Cristina Fonseca da. Etnicidade na América Latina: um debate sobre raça, saúde e direitos reprodutivos. Cad. Saúde Pública. [online]. nov./dez. 2004, vol.20, no.6 [citado 17 Dezembro 2004], p.1767-1769. Disponível na World Wide Web: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2004000600043&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 0102-311X.

Mais Saúde Online: http://www.diabetes.org.br/maissaude/22/mat3.php

 
  POPSAÚDE   porque o bem-estar deve ser para todos e todas!
  Saúde para mães e filhos/as aqui e no mundo. 

A saúde tem muitas definições. Para uns, a saúde é um valor pessoal; para outros, a saúde é um produto que se compra. Para a maioria ter saúde é poder trabalhar, comer, dormir ou realizar atividade que está acostumado.

Pela constituição brasileira, a saúde é um direito da pessoa e um dever do Estado.

Em 1950, a OMS declarou que o dia 07 de abril seria consagrado como o Dia Internacional da Saúde. A intenção é chamar a atenção das pessoas sobre um tema especial de saúde e destacar uma prioridade para que as pessoas e os governantes reflitam sobre saúde e bem-estar.

Em setembro de 2000, os países-membros da Organização das Nações Unidas estabeleceram oito metas de desenvolvimento para este milênio (http://www.nospodemos.org.br/default.htm):

1- erradicar a extrema pobreza e a fome
2- atingir o ensino básico universal
3- promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres
4- reduzir a mortalidade infantil
5- melhorar a saúde materna
6- combater o hiv/aids, a malária e outras doenças
7- garantir a sustentabilidade ambiental
8- estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento

O objetivo 4 reduzir a mortalidade infantil e o objetivo 5 melhorar a saúde materna foram escolhidos para serem tema do Dia Internacional da Saúde de 2005.

Nos países pobres e em desenvolvimento, como o Brasil, as carências na saúde levam a que em cada 48 partos uma mãe morra. A mortalidade materna é uma das 10 primeiras causas de morte no Brasil. Em São Paulo, por exemplo, a taxa de mortalidade das mulheres negras (212,80/100 mil) é quase seis vezes maior do que a taxa de mulheres brancas (37,73/100 mil) ainda que para ambos os grupos tenhamos um valor absurdamente elevado.

As quatro principais causas de morte materna no Brasil são: as síndromes de pressão alta, as hemorragias, as infecções pós-parto e as complicações do aborto.

Morrem as mães e morrem os filhos.

Todos os anos 11 milhões de bebês morrem de causas diversas no mundo. No Brasil, a taxa é de 28,7 por mil nascidos vivos. Morrem quase o dobro de crianças negras do que brancas. Embora estejam caindo desde 1980, os números ainda são escandalosos. Mas o caminho para se atingir os objetivos dependerá de muitos e variados meios, recursos, políticas e programas — dirigidos não só às crianças mas a suas famílias e comunidades também.

Com o conhecimento científico e tecnológico existente nos dias atuais e com informação para a população, todas essas mortes podem ser evitadas.

Para reduzir a mortalidade infantil é preciso garantir o acesso à água potável para populações carentes, principal causador das doenças infecciosas infantis; é preciso ainda conscientizar as mulheres a fazer o exame de hiv/aids no pré-natal, visando a prevenção de crianças portadoras do vírus; promover o parto natural/ativo e o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, garantir as imunizações e o teste do pezinho, além da  nutrição infantil.

Os direitos sexuais e reprodutivos são também direitos humanos. Portanto, para melhorar a saúde é preciso neutralizar os preconceitos sexuais e raciais. Neste sentido, a área técnica de saúde da mulher do Ministério da Saúde incluiu no plano de ação 2004-2007 um capítulo relativo às mulheres negras que são 36 milhões de pessoas (30% da população feminina geral). Assim, o pacto nacional pela redução da mortalidade materna e neonatal tem entre suas ações estratégicas a necessidade de oferecer atenção às mulheres e recém-nascidos negros, respeitando suas particularidades étnicas e culturais, para que terminem as desigualdades. A redução radical da morte de mulheres durante a gravidez, parto ou pós-parto ou em por complicações do aborto é um objetivo que será alcançado com: métodos seguros de contracepção e aborto; a garantia das 06 consultas pré-natal, incluindo as ações educativas a partir do 3o. mês de gestação para preparar com técnicas de relaxamento, respiração e exercícios a gestante para o parto, o cuidado e o aleitamento do bebê que vai chegar; a manutenção da pressão arterial da gestante igual ou abaixo de 120/80 mm hg. São necessários também os serviços especializados para a mulher portadora de doença falciforme. É indispensável a atuação de parteiras e enfermeiras obstetrizes na hora do parto e pós-parto, assim como a prevenção das  desne-cesáreas. (cesarianas realizadas por comodidade associada à ignorância da mãe).

Você também pode ajudar na redução da mortalidade infantil e materna, mobilizando a sua comunidade e os serviços de saúde para um atendimento competente e cordial às mulheres em idade de procriação e às crianças recém-nascidas, principalmente. Na vida e na saúde, é melhor prevenir do que remediar!

  EXPEDIENTE
  Editora: Prof. Dra. Isabel Cruz
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